Impacto

  • Fazendo diferença

Os projetos da Papel Social causam impacto, dão visibilidade e mudam a vida de pessoas e de comunidades.
Nossos resultados contribuem para a construção de um mundo mais justo e sustentável.

  • Veja o que já alcançamos:

  • Meio Ambiente:

A pesquisa Quem se beneficia com a devastação da Amazônia fez um amplo levantamento sobre a cadeia produtiva dos produtos florestais retirados de forma predatória. Durante nove meses, percorremos 12 mil quilômetros para identificar de onde sai e para onde vai o fluxo econômico da devastação florestal. Realizada em parceria com a ONG Repórter Brasil e financiada pelo Fórum Amazônia Sustentável e pelo Movimento Nossa São Paulo, a pesquisa identificou os elos de uma corrente perversa, que começa no interior da floresta e termina na casa de consumidores em todos os continentes.
A pesquisa motivou a criação dos pactos setoriais da carne, da soja e da madeira: grandes empresas assinaram documentos em que se comprometem a seguir uma série de regras de controle da cadeia produtiva.
Baixe aqui o PDF da pesquisa.

A segunda parte dessa pesquisa, intitulada Devastação S/A, financiada pelo Instituto Observatório Social, mostrou como funciona a exportação de madeira retirada de forma predatória e “esquentada” por esquemas de corrupção. Após a publicação desses dados, as maiores empresas de madeira da Europa se comprometeram a mudar a forma como compram o produto no Brasil, ampliando o controle dos fornecedores.
Devastação S/A recebeu dois prêmios: Prêmio Esso de Jornalismo – honra ao mérito na categoria Informação Científica, Tecnológica e Ecológica, e Prêmio Fiema de Jornalismo Ambiental.
Baixe aqui a revista do Observatório Social.

  • Trabalho Escravo:

Realizada para o Instituto Observatório Social, a pesquisa Escravos do Aço teve grande importância na criação do Pacto Nacional Pela Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil. Em 2004, no interior da Amazônia, a Papel Social encontrou carvoarias com trabalhadores vivendo em regime de escravidão. O carvão produzido por essas pessoas era usado nas principais siderúrgicas da região Norte. Esse mesmo carvão entrava na cadeia produtiva das maiores siderúrgicas do mundo. A pesquisa foi publicada em junho de 2004. Em agosto, motivada pela pesquisa, foi lançada a Carta-Compromisso Pelo Fim do Trabalho Escravo na Produção de Carvão Vegetal. O documento foi assinado por grandes siderúrgicas e por organizações classistas como CUT e FIESP. A pesquisa contribuiu para erradicar o trabalho escravo da cadeia produtiva de diversas empresas.

Em maio de 2005, pouco menos de um ano depois da publicação de Escravos do Aço, foi lançado o Pacto Nacional Pela Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil.
Em março de 2009, durante o lançamento da plataforma digital de monitoramento do trabalho escravo, no auditório da Bovespa, Escravos do Aço foi publicamente citada por sua contribuição no processo que culminou no Pacto Nacional do Trabalho Escravo.
Baixe aqui o PDF.

  • Trabalho Infantil:

A pesquisa A Idade da Pedra, realizada para o Instituto Observatório Social, mudou o perfil da produção de minério de talco no país. Extraído no estado de Minas Gerais, o produto é usado na fabricação de tintas, brinquedos e na indústria aeroespacial. Em jazidas próximas a Ouro Preto, a produção de minério de talco usava crianças em atividades extremamente degradantes e insalubres.

A pesquisa feita pela Papel Social contribuiu para aprimorar o controle da cadeia produtiva de multinacionais como BASF, Faber Castell e ICI Paints, que compravam o talco de empresas que exploravam mão de obra infantil. Após a apresentação dos resultados, as três multinacionais mudaram diversos protocolos de monitoramento de fornecedores.
Hoje, essas companhias tem processos mais avançados de controle da cadeia produtiva.
A Idade da Pedra recebeu o Prêmio Jornalístico Wladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, na categoria revista.
Baixe aqui o PDF.

  • Exploração sexual de crianças e adolescentes:

A Papel Social participa da maior iniciativa empresarial de enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes: o Programa Na Mão Certa, lançado pela Childhood Brasil (Instituto WCF) e que conta com mais de 700 empresas signatárias do Pacto Empresarial Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes nas Rodovias Brasileiras.
O objetivo do Programa é levar as empresas a não permitir a exploração sexual em sua cadeia de negócios. O ponto forte é a sensibilização dos caminhoneiros que dirigem para essas empresas. Cerca de 30% desses profissionais admitiram, em pesquisa realizada pelo Childhood Brasil, terem feito programa com menores de 18 anos.

Para mudar esse cenário, um intenso processo de educação continuada foi implantado. O objetivo é transformar o caminhoneiro em agente de proteção dos direitos de crianças e adolescentes. A Papel Social desenvolve os materiais que hoje alcançam dezenas de milhares de caminhoneiros. Gigantes da indústria e as maiores transportadoras do país utilizam esses conteúdos.  Visite nosso portfólio e veja o que fizemos nas áreas de criação gráfica, vídeo, foto e material didático.
Em 2009, a Revista Na Mão Certa, também produzida pela Papel Social e lançada pela Childhood Brasil, recebeu o Prêmio Jornalístico Wladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos com a reportagem Castelo de Sonhos.

  • Que moda é essa?

Esse é o título de uma exaustiva pesquisa, produzida para o Instituto Observatório Social,  que culminou na identificação de uma cadeia produtiva perversa e ilegal: imigrantes clandestinos, com jornadas de trabalho de até 18 horas por dia, eram usados na confecção de roupas vendidas por grandes magazines. A pesquisa levantou provas que identificaram os elos de uma cadeia produtiva degradante e ilegal, financiada pela multinacional C&A.

O resultado positivo da pesquisa e publicação Que Moda é Essa? foi uma radical mudança na relação da C&A com seus fornecedores brasileiros. Um amplo programa de controle da cadeia produtiva foi implantado.

No entanto, recentemente a empresa transferiu boa parte da produção para a China, país que não permite o monitoramento das condições de trabalho e não tem políticas de proteção dos direitos humanos.
Baixe aqui o PDF.

  • ▪ Contatos

    11 3798-1230
    contato@papelsocial.com
    -
    Rua João Ramalho, 136
    Perdizes, São Paulo - SP
    05008-000

  • Política de privacidade:

    A Papel Social Comunicação respeita a sua privacidade. Todas as informações pessoais que você fornecer para nós, incluindo nome, apelido, endereço, telefone e e-mail, não serão cedidas, vendidas ou alugadas a quaisquer organizações ou pessoas.
  • © 2013 Papel Social Comunicação.

    Todos os direitos reservados. All rights reserved.
    Para reprodução de trechos dos textos, artigos e fotos é preciso citar o autor e o nome da Papel Social. Para reprodução em outros sites, basta dar o crédito e o link da página original da qual foi retirada o texto e a imagem, porém as imagens não podem ser publicadas fora do contexto em que foram utilizadas neste site, ou separadas do texto original.

%d blogueiros gostam disto: